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Cortes & Lendas, Santarém Medieval

Durante quatro dias, o Convento de S. Francisco vive outras cores, sons e sabores!

Aliada à Feira de Artesanato e Mercado de Sabores procura-se proporcionar muita animação através de representações teatrais, cortejos, recriações históricas, malabarismo, espetáculos de fogo, danças e cantares medievais… mas também proporcionar diferentes atividades/experiências aos seus visitantes através de visitas às cisternas, realização de ceias medievais, visitas guiadas, dinamização de jogos e atividades desportivas, demonstração e exposição de aves, entre outras, sempre enquadradas com determinada época da história, onde neste Convento, tenham sido realizadas “Cortes” e vivido as mais interessantes lendas.

Viva em Santarém, Santarém Medieval..

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As Cortes Medievais Portuguesas e Santarém

  As Cortes foram uma instituição medieval, na qual alguns autores encontram as origens remotas dos atuais parlamentos. Na Idade Média, em Portugal, as cortes nunca atingiram esse grau de representação política. No fundo tratava-se deuma “assembleia do Reino” onde estavam representados clero, nobreza e, a partir de um dado momento, o povo, através dos procuradores dos concelhos, no caso português. As primeiras cortes com participação dos concelhos datam de 1254 no reinado de D. Afonso III e ocorreram em Leiria. Também com D. Afonso III, em 1273, tiveram lugar as primeiras cortes em Santarém. Posteriormente, excetuando nos reinados de D. Dinis e D. Pedro I, todos os reis até D. João II convocaram cortes para Santarém. Entre os séculos XIII e XV, a então vila escalabitana, acolheu a “reunião magna” do reino, pelo menos por treze vezes (sobre algumas cortes discute-se a veracidade). Nunca tiveram uma periodicidade fixa, mas do final do século XIV ao início do século XVI, foram sendo convocados quase anualmente. Algumas destas cortes destinavam-se à aclamação dos novos reis ou à nomeação dos regentes do reino, a assuntos económicos, ou temas específicos da política real.
  No reinado de D. Afonso III, em 1273, tiveram lugar as primeiras cortes em Santarém. Posteriormente, excetuando D. Pedro I, todos os reis até D. João II convocaram cortes para Santarém. Entre os séculos XIII e XV, a então vila escalabitana, acolheu a “reunião magna” do reino, pelo menos por treze vezes. Sobre algumas cortes temos mais documentação do que sobre outras, apesar de ter existido um modo de convocação e de eleição dos procuradores dos concelhos, nem um modo único de as cortes funcionarem. Nunca tiveram uma periodicidade fixa, mas do final do século XIV ao início do século XVI, foram sendo convocados quase anualmente. Algumas destas cortes destinavam-se à aclamação dos novos reis ou à nomeação dos regentes do reino, outras a assuntos relacionados com a “gestão do poder” no contexto medieval, assim como a assuntos económicos.

Fontes: Armindo de Sousa, As cortes medievais portuguesas: 1385-1490, Lisboa: INIC, 1990, vol. I, pp. 324-326.

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